terça-feira, 30 de julho de 2013
Crânio de Jacaré com milhões de anos é encontrado
segunda-feira, 29 de julho de 2013
Dinossauros tinham sangue quente como os mamíferos, sugere estudo
Por décadas os cientistas pensavam que os grandes dinossauros tinham sangue frio, assim como os crocodilos, seus descendentes diretos, mas esse conceito agora é questionado por um novo estudo publicado no jornal científico PLOS One.
O grupo da Universidade de Adelaide, na Austrália, afirma que os dinossauros, como o gigante Tiranossauro Rex, tinham sangue quente tal qual os mamíferos. Se sangue frio corresse em suas veias, os animais não teriam como atingir a potência muscular necessária para perseguir e caçar suas presas, tampouco garantir sua sobrevivência em meio a conflitos com mamíferos de grande porte.
O estudo liderado pelo professor Roger Seymour, da Escola de Ciências da Terra e do Meio Ambiente da Universidade, avaliou quanta explosão muscular poderia ser gerada no corpo de um dinossauro com sangue frio frente a de um dinossauro de sangue quente. Para isso, os pesquisadores usaram como exemplo a comparação entre crocodilos e outros mamíferos de grande porte.
O modelo comparativo mostrou que um crocodilo de 200 quilos tem apenas 14% da potência muscular observada em um mamífero de grande porte. Por isso, quando a comparação é feita com os grandes dinossauros, a previsão sugere que eles dificilmente conseguiriam sobreviver naquele ambiente se não tivessem sangue quente. Para Seymour, "os resultados mostram que os crocodilos carecem da energia evidente de mamíferos de sangue quente".
O cientista, contudo, adota tom menos categórico na divulgação do estudo ao mencionar sua descoberta. "Muito pode ser aprendido sobre dinossauros por meio da análise de seus fósseis, mas a questão de se eles tinham sangue quente ou frio ainda é tema de calorosos debates entre cientistas."
Fonte: G1
sexta-feira, 26 de julho de 2013
Capas para Facebook
terça-feira, 23 de julho de 2013
Arqueólogos descobrem cauda de dinossauro no México
Equipe descobriu em deserto do norte do México uma cauda de cinco metros de um hadrossauro.
Uma equipe de arqueólogos descobriu os restos fossilizados da cauda de um dinossauro de 72 milhões de anos em um deserto do norte do México, informou o Instituto Nacional de Antropologia e História do México (Inah).
Além de estar excepcionalmente preservada, a cauda de cinco metros foi a primeira já achada no México, disse Francisco Aguilar, diretor do Inah no Estado de Coahuila, fronteira com os EUA.
A equipe, composta por arqueólogos e alunos da Inah e da Universidade Nacional Autônoma do México (Unam), identificou o fóssil como sendo de um hadrossauro, ou dinossauro bico-de-pato.
A cauda, achada perto da pequena localidade de General Cepeda, provavelmente abrangia até metade do comprimento do animal, segundo Aguilar.
Os arqueólogos encontraram 50 vértebras intactas da cauda, após passarem 20 dias no deserto removendo lentamente a rocha sedimentar que encobria os ossos. Ao redor da cauda estavam espalhados outros ossos fossilizados, incluindo um do quadril do dinossauro, segundo a Inah.
De acordo com o Inah, caudas de dinossauros são relativamente raras de serem encontradas. A descoberta pode contribuir para o entendimento sobre a família dos hadrossauros, e auxiliar pesquisas sobre doenças que afetavam os ossos dos dinossauros, semelhantes aos dos humanos, segundo Aguilar.
Fonte: WSCOM Online
sábado, 20 de julho de 2013
Pescadores monitoram tartarugas marinhas ameaçadas em Curuçá, PA
Mais de 80 quelônios foram capturados sem intenção e devolvidos ao mar.
Comunidade do litoral paraense recebe ações educativas e oficinas.
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| Pescador de Curuçá auxilia projeto de preservação de espécies ameaçadas de tartarugas marinhas, no litoral paraense. (Foto: Divulgação/Instituto Peabiru) |
Pescadores das ilhas do município de Curuçá, no nordeste do estado, estão contribuindo para monitoramento da reprodução e da captura acidental de cinco espécies ameaçadas de extinção de tartarugas marinhas. No período de fevereiro a junho deste ano, mais de 80 quelônios foram capturados sem intenção e devolvidos ao mar, na área da Reserva Extrativista Mãe Grande Curuçá, no litoral do Estado.
Para o pesquisador Juarez Pezzuti, coordenador da equipe do NAEA/UFPA que esteve nas comunidade Abade, Mutucal e na Praia da Romana, em Curuçá, é de fundamental importância a inclusão do pescador no trabalho de conservação das tartarugas marinhas.
"Quando o pescador encontra uma tartaruga no curral, em quase cem por cento dos casos ela estará viva, e a decisão de devolvê-la ou de levar para consumo é inteiramente dele”, avalia.
As pesquisas científicas e as ações de educação ambiental sobre tartarugas são iniciativa do Instituto Peabiru, que desenvolve na região o projeto Casa da Virada, e do Núcleo de Altos Estudos Amazônicos, da Universidade Federal do Pará (NAEA/UFPA). O projeto é patrocinado pelo Programa Petrobras Ambiental, da Petrobras.
No início do ano o projeto realizou uma série de oficinas participativas junto às comunidades discutindo a importância da conservação dos quelônios, como identificar as espécies e como fazer parte do monitoramento.
Os pescadores receberam kits com a descrição e fotos, além de tabelas de preenchimento de dados. “Os pescadores se mostraram dispostos a contribuir com o trabalho tomando nota de toda a ocorrência de tartaruga marinha nas comunidades”, conta Richardson Frazão, coordenador do projeto Casa da Virada, do Instituto Peabiru.
Em cinco meses, o resultado foi o registro da ocorrência de 86 capturas de tartarugas marinhas em redes e currais de pescadores da Resex. Destas, 83 foram encontradas vivas e devolvidas à natureza. Pezzuti explica que a diminuição da mortalidade de espécies de quelônios ameaçados que ocorrem no litoral paraense, como a tartaruga de couro e a suruanã, está relacionada ao envolvimento dos pescadores através de educação ambiental. “A pesca, além do lixo, é o principal risco para os quelônios”, destaca.
Mais três espécies foram registradas pela pesquisa na região: a tartaruga oliva, de pente e a cabeçuda. Isso significa que no litoral do Pará são encontradas todas as cinco espécies de tartaruga marinha ameaçadas de extinção no Brasil. São as cinco espécies da lista do projeto Tamar (Centro Tamar/ICMBio), que trabalha na pesquisa, proteção e manejo de quelônios marinhos no litoral brasileiro.
Para o diretor do Instituto Peabiru, João Meirelles, o resultados das pesquisas mostra a necessidade urgente de ampliação da área da Resex Mãe Grande Curuçá. “Aumentando a área de proteção, hoje delimitada aos mangues, será possível fazer um trabalho mais amplo de proteção dessas espécies ameaçadas”, explica.
Fonte: G1
Dinossauros herbívoros trocavam dentição todo mês, descobre estudo
AFP
Os dinossauros herbívoros que povoavam a Terra há 150 milhões de anos evoluíram para não ter problemas com os dentes quebrados, já que voltavam a nascer todos os meses, de acordo com estudo norte-americano divulgado nesta quarta-feira (17) no periódico PLOS One.
Os cientistas analisaram os fósseis de dois dos maiores herbívoros que já viveram no continente norte-americano - o diplodocus e o camarasaurus - e descobriram que seus dentes se renovavam uma vez por mês.
Esses grandes dinossauros dispunham, inclusive, de "dentes de segurança", assim como os humanos têm dentes de leite que são substituídos pelos da idade adulta, revela a pesquisa.
"Um saurópode de quase 30 metros de comprimento podia ter um novo dente em cada posição a cada um ou dois meses, às vezes muito mais rápido", comentou Michael D'Emic, pesquisador da Universidade Stony Brook de Nova York.
"Os saurópodes tinham uma aproximação que privilegiava a quantidade, mais do que a qualidade, no que se refere aos dentes, frente à posição dos grandes mamíferos dos nossos dias", acrescentou.
Os cientistas conseguiram chegar a essa conclusão ao estudar os diferentes estratos de matéria dental abaixo do esmalte dos dentes que já haviam nascido.
Os camarasaurus tinham, por exemplo, até três mudanças de dente de leite em cada dente. A substituição acontecia a cada 62 dias em média, segundo o estudo. Já os diplodocus tinham até cinco trocas de dentes para cada um deles, no intervalo de até 35 dias.
Esses grandes herbívoros tiveram de se adaptar, porque engoliam grandes quantidades de comida, que arrancavam das árvores ou das matas espessas. Isso acabava rapidamente com sua dentadura.
Fonte: AFP / UOL
sexta-feira, 19 de julho de 2013
Fazenda nas Filipinas divulga imagem de 25 bebês crocodilos
Filhotes eclodiram dos ovos nesta sexta-feira, de acordo com porta-voz.
Fazenda fica na cidade de Pasay, região metropolitana da capital Manila.
Da Reuters
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| Cuidador segura bebês crocodilos nasceram em fazenda nas Filipinas (Foto: Reuters/Romeo Ranoco) |
Pelo menos 25 bebês crocodilos nasceram em uma fazenda na cidade de Pasay, que fica na região metropolitana de Manila, capital das Filipinas. Segundo um porta-voz da fazenda, os filhotes eclodiram dos ovos nesta sexta-feira.
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| Foram pelo menos 25 bebês crocodilos que eclodiram dos ovos (Foto: Reuters/Romeo Ranoco) |
Fonte: G1
Jurassic Park 4: artes conceituais descartadas mostram homens-dinossauro
Veja artes conceituais de Jurassic Park 4 que mostram os homens-dinossauro.
Não é segredo que a Universal sempre teve o desejo de fazer um quarto filme da série Jurassic Park, por mais desnecessário e arriscado que seja. Entre 2001, quando foi lançado Jurassic Park 3, e hoje, muitas ideias foram debatidas sobre uma possível trama.
Em algum momento, as artes conceituais que você vê abaixo foram idealizadas por Carlos Huante, inspiradas por um roteiro escrito por John Sayles, que criou uma trama que caía um pouco para o lado da Ilha do Dr. Moreau, com híbridos de humanos e dinossauros criados geneticamente. Ou seja, dinossauros que conseguem manipular armas. Imagine um velociraptor com uma AK-47! Não conseguimos decidir se isso é muito bom ou muito ridículo...
As últimas informações do atual produtor do filme, Frank Marshall, são de que o filme deve estrear em 2014. Será que vão aproveitar alguma destas artes? Veja abaixo:
Fonte: R7
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