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quarta-feira, 9 de maio de 2018

Nova espécie de lagarto é encontrada em estômago de dinossauro

O fóssil do animal foi encontrado em bom estado de conservação em estômago de dinossauro que viveu há 150 milhões de anos

REGISTRO DO DINOSSAURO 'COMPSOGNATHUS LONGIPES' (FOTO: DIVULGAÇÃO)

O lanchinho de um dinossauro rendeu uma nova descoberta para a ciência: pesquisadores do Museu Americano de História Natural identificaram uma espécie inédita de lagarto que estava localizada no estômago do fóssil de um dinossauro que viveu há 150 milhões de anos. Conhecido comoCompsognathus longipes, o dinossauro foi encontrado na Alemanha no século 19, mas apenas recursos tecnológicos recentes permitiram uma análise mais detalhada do fóssil. 

Ao realizar um exame de imagem, os cientistas localizaram na região do estômago do fóssil um pequeno lagarto que estava praticamente intacto. Ao comparar a estrutura óssea da espécie com outros registros paleontológicos conhecidos, os pesquisadores concluíram que o lagarto nunca havia sido descoberto, sendo batizado como Schoenesmahl dyspepsia. 

O Compsognathus longipes (também conhecido como compsognato) era bípede, carnívoro e tinha cerca de 75 centímetros de comprimento, sendo um dos menores dinossauros já registrados. De acordo com a análise feita pelos cientistas do Museu Americano de História Natural, o compsognato rasgou sua presa antes de engoli-la.

O banquete, no entanto, teve um final trágico: apesar de não ser possível determinar o motivo de sua morte, é certo que o dinossauro não teve tempo nem ao menos de digerir o pequeno lagarto antes de encontrar a morte. 

Fonte: Revista Galileu

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Cientistas enfim descobrem como camaleões mudam de cor

A mudança de cor no corpo dos camaleões é impressionante. Como ela acontece? Isso passou muito tempo sem uma resposta convincente dos cientistas. Agora, pesquisadores finalmente identificaram uma fina camada de nanocristais deformáveis ​​na pele do animal, que o permite mudar de cor.

Por muito tempo, acreditava-se que os camaleões mudavam de cor porque tinham células especiais, que dispersavam pigmentos abaixo da sua pele externa transparente - algo semelhante aos polvos.

No entanto, uma equipe de cientistas na Universidade de Genebra (Suíça) observou que os camaleões possuem uma camada de células epiteliais que contêm nanocristais flutuantes.

Foto por Riccardo Cuppini/Flickr


Esses cristais ficam relativamente bem distribuídos dentro da matriz celular, e à medida que se aproximam ou se afastam, eles refletem a luz em comprimentos de onda diferentes.

Os pesquisadores também descobriram que os camaleões podem alterar o espaçamento entre os cristais, e por isso mudam de cor diante de nossos olhos.

A equipe liderada pelo professor Michel Milinkovitch analisou o camaleão-pantera e descobriu que há uma camada sob a pele composta por células chamadas iridóforos. Elas contêm os nanocristais, que são feitos de guanina - um dos componentes do DNA.

A pesquisa revela que, quando os cristais repousam em uma forma de malha, eles refletem principalmente a luz azul e verde. Mas quando agitadas, as células permitem que a malha se expanda, aumentando a reflexão da luz amarela e vermelha.

É exatamente isso que acontece quando um camaleão macho encontra uma fêmea para acasalar: sua pele normalmente verde muda para um amarelo mais vívido. Confira no vídeo abaixo:

Os camaleões não mudam de cor apenas para acasalamento ou camuflagem: isso também depende da temperatura, e do que eles querem sinalizar para os outros. Por exemplo, camaleões tendem a apresentar cores mais escuras quando estão irritados, ou quando querem assustar ou intimidar outros animais.

O efeito ainda depende das camadas superiores da pele, que filtram a luz refletida pelas células, mas são os cristais que causam a mudança de cor relativamente rápida. O estudo foi publicado na revista Nature Communications.

Por que levou tanto tempo para os cientistas descobrirem tudo isso? É que a mudança de cor acontece com moléculas muito pequenas. Um microscópio comum não consegue visualizá-las, e microscópios eletrônicos funcionam apenas com amostras de tecido morto.

Neste estudo, os cientistas tiveram que combinam o vídeo de um animal vivo a imagens de microscopia eletrônica de uma biópsia recente do animal. Tudo isso só foi possível graças a avanços na tecnologia.

Uma questão se mantém, no entanto: ainda não está claro exatamente como os camaleões causam essa mudança na estrutura de nanocristais dentro da pele. Esse é o próximo passo para a equipe; mas, por enquanto, já sabemos como as cores de um camaleão vão e vêm.

Fonte: MSN

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Lagartos Gigantes... Ainda mais Gigantes


Que trilha perigosa, não?

Que geco gigante!

Já imaginou domar uma Camaleão Gigante?

Esse seria o novo T-Rex das florestas...

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Identificadas 3 novas espécies em Cabo Melville

Uma expedição científica realizada numa região montanhosa no Cabo Melville, em Queensland, Austrália revelou ao mundo três novas espécies de vertebrados - dois répteis e um anfíbio.

A expedição conjunta, realizada pelo National Geographic e pela Universidade James Cook, decorreu numa zona montanhosa australiana que muitos consideravam já nada de novo ter a revelar. Contudo, acabou por surpreender os investigadores, que agora acreditam poder ainda haver nesta região novas espécies por identificar.

Das três novas espécies, duas são lagartos e a terceira, uma rã. A Austrália, pelas suas características físicas, é um local onde abundam répteis que se adaptaram às difíceis condições locais. A introdução de um sapo venenoso pode ter levado à extinção de algumas espécies, antes que estas chegassem a ser registadas, e outras podem ter ficado em risco depois da introdução deste invasor. Mesmo assim, há novos animais que vão sendo encontrados, aqui e ali, num país onde muito tem sido investigado, por muitas equipas de todo o mundo.

Das três espécies agora descritas, a mais curiosa é a de um lagarto, que recebeu o nome científico de Saltuarius eximius, que tem como particularidade a cauda, que tem a forma de uma folha, e que funciona como camuflagem contra predadores. O réptil, com cerca de 20 centímetros e grandes olhos e permanece escondido durante o dia, sai à noite das fendas das rochas, onde se refugiou para capturar insectos e aranhas, das quais parece alimentar-se em exclusivo.
Um especialista local afirmou já que, em cerca de 26 anos de carreira, foi a espécie mais estranha que viu.
 
Saltuarius eximius

Outros dos animais agora revelados foi uma lagartixa dourada, batizada de Saproscincus saltus que, pelo contrário, está particularmente activa durante o dia, altura em que se alimenta, e durante a noite recolhe-se também nas frestas das rochas onde habita.
 
Saproscincus saltus

Por fim, a rã, que recebeu o nome científico de Cophixalus petrophilu, que vive durante a época seca em labirintos profundos nas rochas e que, quando a época das chuvas chega, vem à superficie para se alimentar e depositar os seus ovos nas fendas das rochas, que depois são protegidos pelos machos até os girinos eclodirem e se tranformarem em pequenas rãs.
 
Cophixalus petrophilu

Esta região de difícil acesso pode ter permitido a estas três novas espécies evoluírem de forma diversa de outras em zonas próximas e pode ainda albergar surpresas para os biólogos australianos, que estão empolgados e maravilhados com estas descobertas.

As expedições no terreno decorreram durante o mês de Março de 2013 e as conclusões preliminares foram agora apresentadas.
 
Fonte: http://www.huffingtonpost.com

terça-feira, 30 de abril de 2013

Fêmeas de lagartos cruzam os próprios cromossomos para procriar


Reprodução assexual desses lagartos do sudoeste norte-americano já não é um segredo

Katherine Harmon
Peter Baumann

Lagarto da família Teiidae mantém grande riqueza genética Desde de 1960, cientistas sabem que fêmeas de lagartos da família Teiidae não precisam dos machos para se reproduzir. Do gênero Aspidoscelis, espalhado do México ao sudeste dos Estados Unidos, elas controlam a produção de suas proles sem o DAE (dispositivo automático de entrada) do fertilizador masculino.



Mas como essas e outras 70 espécies de vertebrados que assim se reproduzem conseguem tal feito sem que haja vulnerabilidade genética ou doenças resultantes de uma reprodução assexuada? 
“Obscuro” e “tópico de muito especulação”, definiu a equipe de pesquisadores que se comprometeu a responder essa pergunta. Seus resultados foram publicados no dia 21 de fevereiro no jornal Nature. 

Esses e outros lagartos são “espécies partenogênicas isoladas geneticamente” explica Peter Baumann, pesquisador-associado ao Stowers Institute para a pesquisa médica em Kansas City, e co-autor do estudo. 
Espécies tão diversas como os dragões de Komodo e os tubarões-martelos conseguem se reproduzir assexuadamente se necessário, mas algumas espécies, como esses pequenos lagartos, não têm escolha. “Eles não podem trocar o material genético e essa perda da troca gêneca lhes oferece grande desvantagem em um ambiente de constantes mudanças”, diz Baumann. A menos que um animal consiga recombinar o próprio DNA, ele produzirá uma prole com cromossomos idênticos e com toda fraqueza genética, como a susceptibilidade a algumas doenças ou mutações físicas. 

Nova pesquisa realizada por Baumann e sua equipe revela que esse lagarto mantém uma riqueza genética, começando o processo reprodutivo com duas vezes o número dos cromossomos, igual a uma reprodução sexual. Essas espécies, que praticam o celibato, são resultantes de uma hibridização sexual de uma espécie diferente. Os pesquisadores encontraram espécies que poderiam manter uma diversidade sem nunca emparelhar seus cromossomos homólogos (como as espécies que são sexuais fazem somando os cromossomos diferentes dos pais). “A recombinação entre pares de cromossomos irmãos mantém a heterozigose por toda fita”, nota dos autores do estudo conduzido por Aracely Lutes, pesquisadora pós-doutoranda do laboratório de Baumann.

Essa descoberta, da qual até agora não se tinha conhecimento no mundo réptil, significa que “esses lagartos possuem uma maneira de distinguir cromossomos irmãos dos cromossomos homólogos”, diz Baumann. Atualmente pesquisadores estudam a maneira com que esses répteis conseguem realizar isso.

Em primeiro lugar não se sabe precisamente como esses lagartos conseguem duplicar seu número de cromossomos. Baumann suspeita que isso ocorra por causa de duas fases de replicação cromossômica ou que duas células sexuais combinem-se antes de o processo de divisão começar.

Segundo ele, embora a reprodução assexual possa parecer primitiva e resultante de processos genéticos questionáveis, ela tem seus benefícios. “Se observarmos apenas um indivíduo, esse tipo de reprodução aumentaria muito as chances de uma população em um novo hábitat”, citando o exemplo da cobra-cega de brahminy (Ramphotyphlops braminus) uma outra espécie partenogênica. “Se existe alguma maneira de reprodução sem a ajuda de um macho, isso seria uma vantagem extrema”, tendo em vista que essa espécie de serpente está presente em seis continentes.

Fonte: Scientific American Brasil

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Lagartos sofrem com calor gerado pelo aquecimento global

O aquecimento global tem causado diversos problemas à natureza. Agora, além dos predadores naturais e da caça, os animais têm sofrido com o aumento das temperaturas. Entre os bichos mais prejudicados estão os lagartos.
Apesar de esses répteis precisarem do calor para que seu metabolismo funcione bem, o excesso de altas temperaturas prejudica a sua reprodução. Em um artigo publicado pela revista “Science”, cientistas revelam que diversas espécies de lagartos têm entrado em extinção em conseqüência do aquecimento global.
O que acontece é que diante dessas temperaturas, muitas vezes beirando o absurdo, os lagartos preferem ficar abrigados à sombra. Sendo assim, não saem para se alimentar e morrem mais cedo. O mesmo acontece com os filhotes, que por não terem alimento suficiente morrem com pouco tempo de vida. Portanto, apesar de o calor não matar esses animais, essa ação é feita indiretamente.
Algumas regiões específicas já sofrem com essa extinção, entre elas estão: México, Bacia Amazônica e África equatorial.


sábado, 23 de março de 2013

Duas novas espécies de lagartos descobertas no Peru


Os lagartos foram encontrados no Parque Nacional Cordilheira Azul, em uma área ainda pouco explorada.
Duas novas espécies de lagartos coloridos foram descobertas nas florestas tropicais peruanas, em uma área pouco explorada das montanhas dos Andes, no nordeste do país.

Ambas as espécies de lagartos têm manchas coloridas verdes e marrons que permitem que eles se camuflem nas florestas tropicais.


Os lagartos foram encontrados no Parque Nacional Cordilheira Azul, o terceiro maior parque no país. Uma das espécies, Enyalioides azulae, foi nomeada pela reserva, de acordo com o estudo detalhando as descobertas, que foram publicadas recentemente na revista ZooKeys.

A segunda espécie, Enyalioides binzayedi, é encontrada na mesma região e tem o nome do homem que ajudou a financiar a pesquisa, o cheique Mohamed bin Zayed Al Nahyan, príncipe herdeiro de Abu Dhabi e vice-comandante supremo do exército dos Emirados Árabes Unidos. Al Nahyan criou o Fundo de Conservação de Espécies Mohamed bin Zayed para preservar várias espécies em todo o mundo, de acordo com um comunicado do editor da revista.

Ambas as espécies fazem parte de um grupo de lagartos que os cientistas acreditavam existir apenas algumas espécies. Desde 2008, no entanto, três novas espécies foram encontradas neste grupo, além de duas novas descobertas, sugerindo "que mais espécies podem estar aguardando descoberta em outras áreas ainda não exploradas próximas dos Andes", escreveram os autores no estudo.

"Graças a essas descobertas, o Peru torna-se o país que detém a maior diversidade desses lagartos", disse o autor do estudo e pesquisador peruano Pablo Venegas, no comunicado. "O Parque Nacional Cordilheira Azul é um verdadeiro tesouro para o Peru e deve ser tratado como uma fonte preciosa de exploração da biodiversidade e preservação."

Fonte: Our Amazing Planet

segunda-feira, 11 de março de 2013

O veneno dos dragões de Komodo


Katherine Harmon
Cortesia de Chris Kegelman



Lagartos gigantes (Varanus komodoensis) da Indonésia não têm uma mordida tão poderosa quanto crocodilos, nem são tão grandes quanto ursos cinzentos, mas matam presas enormes, incluindo seres humanos

Imagem de um dragão e sua presa na ilha de Komodo

O poder destruidor desses animais está na mordida e numa dose de veneno ─ mas não de bactérias, como sugeriam pesquisas anteriores. Os dragões de Komodo, que habitam algumas ilhas na Indonésia central, usam seus dentes serrilhados para segurar e rasgar a presa, criando uma ferida profunda. Em seguida é inoculada uma mistura especial de veneno, de acordo com os resultados de um estudo que recém publicado on-line no Proceedings of the National Academy of Sciences. 
“O dragão é de fato peçonhento” observa Stephen Wroe, pesquisador associado de biologia da University of New South Wales, na Austrália, e autor do estudo.

Os biólogos sempre acreditaram que esses enormes lagartos ─ que medem entre dois e três metros e pesam até 100 quilos ─ matavam suas presas infectando-as com bactérias patogênicas. Mas esse novo estudo revela que a saliva desses dragões transporta diferentes patógenos, mas a maior parte dos microrganismos encontrados era comum. 

Ao contrário do que se supunha, os pesquisadores descobriram que os dragões de Komodo podem ter, na verdade, o sistema de inoculação de veneno mais complexo já encontrado em répteis, o que não havia sido notado antes, porque os dentes desses animais diferem completamente dos exibidos pela maioria das criaturas peçonhentas.

Os dragões produzem proteínas tóxicas ─ não muito diferentes daquelas produzidas pelos monstros de Gila e por algumas cobras ─ que provocam queda na pressão sanguínea e diminuem a coagulação das presas. Dutos especiais transportam a peçonha de cinco compartimentos separados para aberturas entre os dentes serrilhados. Depois de o veneno ser introduzido na ferida produzida pela poderosa mordida, as vítimas podem entrar em choque e morrer em consequência de hemorragia.

A descoberta do sistema venenoso dos dragões de Komodo levou os pesquisadores a acreditar que seu parente extinto, o Megalania (Varanus priscus), que chegava a pesar até duas toneladas, pode ter sido o maior animal peçonhento da Terra.

Fonte: Scientific American Brasil

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Nova espécie de lagarto colorido identificada no Vietnã


Lagarto da espécie Calotes bachae foi previamente confundido com outra espécie, diz estudo

O lagarto, encontrado no Vietnã e chamado de Calotes bachae, era considerado uma outra espécie de lagarto azul encontrada em Myanmar e Tailândia. Uma combinação de análises genéticas e estudando as características de tamanho e escala do animal revelaram que o lagarto pertence à uma nova espécie, de acordo com um artigo publicado esse mês (Janeiro) no jornal Zootaxa.

A primeira vista, a nova espécie parece mais ou menos idêntica a outra espécie de lagarto de cabeça azul do Sudeste Asiático, Calotes mystaceus, disse o principal autor do artigo Timo Hartmann.

O lagarto colorido pode ser visto de longe, mesmo nas densas florestas tropicais do Vietnã

Durante a época de acasalamento, as cores dos lagartos machos - que podem medir até 20 cm de comprimento - se tornam mais vivas e brilhantes, variando do azul cobalto ao turquesa brilhante. Isso serve para atrair fêmeas e intimidar outros machos, disse Hartmann.

Durante o dia a coloração azul e verde do lagarto é impressionante, à noite é marrom escuro, "não apresentando nenhuma coloração brilhante", disse Hartmann, um candidato a Ph.D do Departamento de Herpetologia do Museu Koenig em Bonn, Alemanha.

O novo animal recém identificado foi encontrado em áreas abertas do Parque Nacional  Cat Tien, na densa floresta tropical do Parque Nacional Bu Gia Map e, talvez surpreendentemente, em parques no centro da cidade de Ho Chi Minh.

A descoberta surgiu de um levantamento de répteis e anfíbios no Parque Nacional Cat Tien no Vietnã. Os espécimes do projeto, que até então acreditava-se ser da espécie Calotes mystaceus  foram compartilhados com cientistas russos que trabalham com um banco de dados com códigos de barra de DNA de todas as espécies de répteis e anfíbios do Vietnã.

Genes diferentes, marcas diferentes

Os códigos de barra, que comparam marcas genéticas específicas, revelaram um número significativo de diferenças genéticas entre as espécies já conhecidas e o que agora é conhecida como Calotes bachae. O resultado foi inesperado, mas não incomum, disse o co-autor do estudo Nick A. Poyarkov, do Departamento de Zoologia da Universidade Lomonosov do Estado de Moscow, na Rússia.

"Em muitos casos duas espécies diferentes de sapos ou lagartos podem parecer muito semelhantes, mas tem profunda divergência genética," disse Poyarkov.

Hartmann suspeita que essa surpreendente descoberta aponte para outras espécies de lagartos ainda não identificadas: "Tenho certeza que no Sudeste da Ásia ainda existem muitas novas espécies de lagartos a serem descobertas."

Fonte: Terra Selvagem