domingo, 20 de outubro de 2013
Rugosodon Eurasiaticus: o roedor mais antigo já conhecido
sábado, 19 de outubro de 2013
Estudo explica como as asas das aves podem ter surgido
Segundo a pesquisa, uma mudança na proporção dos membros em relação ao tamanho do corpo dos dinossauros teria possibilitado o surgimento de asas
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| Archaeopteryx, espécie considerada intermediária entre os dinossauros e as aves (Dorling Kindersley/Getty Images) |
A teoria mais aceita atualmente pelos pesquisadores sobre a origem das aves afirma que elas se desenvolveram a partir de um grupo de pequenos dinossauros terópodos, há cerca de 150 milhões de anos. Porém, a maneira como seus membros anteriores evoluíram e se transformaram em asas, possibilitando o voo, ainda não era conhecida pelos pesquisadores.
Para responder essa questão, pesquisadores da Universidade McGill, no Canadá, analisaram dados de diversos fósseis dos ancestrais desses animais. Eles concluíram que as asas surgiram graças a uma mudança na proporção dos membros nos dinossauros que originaram as aves.
No estudo, publicado na edição de setembro do periódico Evolution, os autores descrevem que, entre os dinossauros carnívoros, o comprimento dos membros apresentava uma proporção relativamente estável em relação ao tamanho o corpo. Essa proporção se mantinha tanto no imenso Tiranossauro Rex quanto nos pequenos terópodos com penas.
Porém, uma alteração nessa proporção pode ter permitido o surgimento das aves e da capacidade de voo desses animais. Os membros anteriores se alongaram, tornando-se compridos o bastante para servirem como um tipo de aerofólio — uma peça de sustentação aerodinâmica. Combinado com o encolhimento dos membros traseiros, esse processo ajudou a melhorar o controle de voo nos pássaros primitivos. Além disso, pernas menores teriam ajudado a diminuir a resistência gerada pelo atrito com o vento, e também permitido às aves pousar e se mover em pequenos galhos.
Essa combinação entre asas melhores e pernas compactas teria sido essencial para a sobrevivência das aves em um momento em que outro grupo de répteis voadores, os pterossauros, dominava o céu e competia por alimento.
“Nossas descobertas sugerem que as aves passaram por uma mudança abrupta em seus mecanismos de desenvolvimento”, afirma Hans Larsson, pesquisador da Universidade McGill. Segundo ele, mudanças na proporção de membros em relação ao tamanho do corpo de um animal geralmente indicam uma mudança funcional ou de comportamento — como é o caso dos braços relativamente curtos e pernas longas nos humanos.
“Pode ser que este fato seja o que permitiu que as aves se tornassem mais do que apenas outra linhagem de dinossauros e se expandissem para a grande variedade de formas e tamanhos de membros que existem de hoje”, afirma Alexander Dececchi, coautor do estudo.
CONHEÇA A PESQUISA
Título original: Body and limb size dissociation at the origin of birds: uncoupling allometric constraints across a macroevolutionary transition
Onde foi divulgada: periódico Evolution
Quem fez: T. Alexander Dececchi e Hans C. E. Larsson
Instituição: Universidade McGill, no Canadá, e Universidade da Dakota do Sul, nos EUA
Resultado: Concluiu-se que as asas das aves surgiram graças a uma mudança na proporção dos membros nos dinossauros terópodes
CONHEÇA A PESQUISA
Título original: Body and limb size dissociation at the origin of birds: uncoupling allometric constraints across a macroevolutionary transition
Onde foi divulgada: periódico Evolution
Quem fez: T. Alexander Dececchi e Hans C. E. Larsson
Instituição: Universidade McGill, no Canadá, e Universidade da Dakota do Sul, nos EUA
Resultado: Concluiu-se que as asas das aves surgiram graças a uma mudança na proporção dos membros nos dinossauros terópodes
Fonte: Veja
sexta-feira, 18 de outubro de 2013
quarta-feira, 16 de outubro de 2013
Veolia Environment Wildlife Photographer 2013
Fotografias de répteis quem foram destaque:
Fonte: Portal Terra
Fonte: Portal Terra
segunda-feira, 7 de outubro de 2013
Dinossauros do Brasil - Parte III
sexta-feira, 4 de outubro de 2013
Dinossauros do Brasil - Parte II
quarta-feira, 2 de outubro de 2013
Litoral cearense atrai tartarugas em busca de comida
De acordo com o coordenador do projeto Tamar, as praias cearenses são pouco utilizadas para a desova. No Bairro Serviluz, moradores relatam encalhes e filhotes que lutam para chegar ao mar.
Das sete espécies de tartaruga marinha que existem no mundo, cinco são encontradas no litoral brasileiro, a tartaruga de couro (Dermochelys coriacea), a cabeçuda (Caretta caretta), tartaruga verde (Chelonia mydas), a de pente (Eretmochelys imbricata) e a oliva (Lepidochelys olivacea). Todas podem ser encontradas no litoral cearense, vindo em busca de alimentação, crescimento e descanso.
Segundo Eduardo Lima, coordenador do Projeto Tamar no Ceará, as tartarugas são atraídas pela grande quantidade de algas do mar cearense. A tartaruga verde, ou aruanã, é a mais comum no Ceará e costuma habitar águas rasas.
Estes quelônios deixam os locais de alimentação e crescimento para iniciar um novo ciclo de reprodução retornando as praias onde nasceram para desova. Ilhas da África são os locais mais escolhidos para desova, aqui no Ceará este evento é esporádico, segundo Eduardo “Aqui pode até ter sido local de muita desova no passado, mas a coleta exagerada dos ovos pode ter mudado este hábito”.
Bairro Serviluz, Fortaleza:
Moradores relatam que ocorrem desovas na praia do bairro, segundo Carlos Alexandre, coordenador da Associação Boca do Golfinho, cerca de apenas 5% dos filhotes que eclodem conseguem chegar ao mar. Além do lixo, a larga faixa de areia de até 200 metros na maré baixa consiste em obstáculos para os filhotes.
Algumas crianças costumam surfar na praia do bairro, que tem o mesmo nome da associação, elas ao encontrarem os filhotes de tartaruga tentam ajudá-las a chegar ao mar. Também há relatos de tartarugas encalhadas na praia do bairro, em agosto foi encontrada uma tartaruga morta que media 1,8 metro.
Quer conhecer mais sobre o Projeto Tamar? Acesse: www.tamar.org.br
Fonte: http://blogdonurof.wordpress.com
Das sete espécies de tartaruga marinha que existem no mundo, cinco são encontradas no litoral brasileiro, a tartaruga de couro (Dermochelys coriacea), a cabeçuda (Caretta caretta), tartaruga verde (Chelonia mydas), a de pente (Eretmochelys imbricata) e a oliva (Lepidochelys olivacea). Todas podem ser encontradas no litoral cearense, vindo em busca de alimentação, crescimento e descanso.
Segundo Eduardo Lima, coordenador do Projeto Tamar no Ceará, as tartarugas são atraídas pela grande quantidade de algas do mar cearense. A tartaruga verde, ou aruanã, é a mais comum no Ceará e costuma habitar águas rasas.
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| Foto de tartaruga verde ou aruanã (Chelonia mydas). Fonte: Tamar |
Estes quelônios deixam os locais de alimentação e crescimento para iniciar um novo ciclo de reprodução retornando as praias onde nasceram para desova. Ilhas da África são os locais mais escolhidos para desova, aqui no Ceará este evento é esporádico, segundo Eduardo “Aqui pode até ter sido local de muita desova no passado, mas a coleta exagerada dos ovos pode ter mudado este hábito”.
Bairro Serviluz, Fortaleza:
Moradores relatam que ocorrem desovas na praia do bairro, segundo Carlos Alexandre, coordenador da Associação Boca do Golfinho, cerca de apenas 5% dos filhotes que eclodem conseguem chegar ao mar. Além do lixo, a larga faixa de areia de até 200 metros na maré baixa consiste em obstáculos para os filhotes.
Algumas crianças costumam surfar na praia do bairro, que tem o mesmo nome da associação, elas ao encontrarem os filhotes de tartaruga tentam ajudá-las a chegar ao mar. Também há relatos de tartarugas encalhadas na praia do bairro, em agosto foi encontrada uma tartaruga morta que media 1,8 metro.
Quer conhecer mais sobre o Projeto Tamar? Acesse: www.tamar.org.br
Fonte: http://blogdonurof.wordpress.com
Dinossauros do Brasil - Parte I
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