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quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Crocodilo pré-histórico do tamanho de um ônibus é descoberto



© Davide Bonadonna Machimosaurus rex: animal tinha até dez metros de comprimento e pesava três toneladas


São Paulo – Cientistas descobriram uma espécie pré-histórica e já extinta de crocodilo. Os ossos do animal foram encontrados em um deserto na Tunísia. A ossada tem mais de 120 milhões de anos de idade.

O animal, acreditam os cientistas, tinha proporções enormes. “Era gigantesco. Quase do tamanho de um ônibus”, escreveu Federico Fanti, da Universidade de Bolonha (Itália) no registro feito sobre a descoberta do animal no periódico científico Cretaceous Research.

Batizado de Machimosaurus rex, ele tinha cerca de dez metros de comprimento. Isso é pouco menos do que o comprimento de um ônibus urbano, que tem média de 12 metros—o cientista não estava exagerando, como você pode perceber.

Ele fazia parte de uma linhagem de crocodilos que passava quase que a vida toda dentro do mar. Os cientistas acreditam que ele deve ter sido o maior entre os crocodilos que viveram em água salgada.

O animal era extremamente pesado, pesando até três toneladas. Isso é o equivalente à soma do peso de quatro vacas.

Apenas a cabeça do animal teria cerca de 1,5 metro. Foram necessários dois dias somente para desenterrar o crânio, que estava em situação consideravelmente boa.

De acordo com os cientistas, o Machimosaurus rex era o topo da cadeia alimentar da região na época que viveu. Federico Fanti afirma que o animal tinha uma mordida poderosa e sua alimentação tinha como base, provavelmente, tartarugas.

Pode parecer estranho encontrar a ossada de um animal aquático no meio do deserto. Cientistas acreditam que aquela região era coberta por água. Ossos de outros animais aquáticos também foram escavados na mesma região.

Fonte: MSN

quinta-feira, 14 de maio de 2015

Pesquisa mostra o que acontece dentro de cobra que engoliu jacaré

Fotos e vídeos de cobras devorando outros animais sempre circulam na internet. Mas o que acontece por dentro do corpo de uma serpente quando ela engole, por exemplo, um jacaré?

O biólogo americano Stephen M. Secor, professor da Universidade do Alabama, analisou radiografias de uma píton birmanesa enquanto ela digeria sua presa.

No total, a cobra precisou de seis dias para digerir o jacaré inteiro.

"O jacaré se decompõe lentamente graças à ação combinada do ácido clorídrico e a enzima pepsina", explica Secor à BBC Mundo. "É surpreendente a facilidade com que as pítons podem digerir presas desse tamanho."

Segundo ele, as enzimas no intestino delgado têm a tarefa de romper a pele resistente do jacaré.

Secor e sua equipe já haviam feito o mesmo experimento com cobras engolindo pombas e ratos. Segundo eles, a principal diferença é a de que a serpente gasta mais energia para digerir as duras escamas do réptil do que nos casos anteriores.

Dia 1

É possível ver perfeitamente o corpo do jacaré, com a cabeça no lado esquerdo do raio-X. A serpente expandiu seu corpo para se moldar ao tamanho de sua presa.

© Foto: Fornecido por BBC No primeiro dia, a serpente expande seu corpo para se moldar ao tamanho do jacaré.

Dia 2

No interior do intestino delgado da píton, o tecido mole do jacaré se dissolve e seu esqueleto começa a se romper. A taxa metabólica da cobra aumenta consideravelmente para separar enzimas e ácidos suficientes para fazer a digestão.

© Foto: Fornecido por BBC O esqueleto do jacaré começa a ser rompido no segundo dia de digestão.


Dia 3

As escamas e os ossos do jacaré aparecem sendo digeridos. Durante esses dias, a serpente fica praticamente imóvel e, assim, se torna mais vulnerável a possíveis ataques.



© Foto: Fornecido por BBC Durante quase todo o período de digestão, a cobra fica praticamente imóvel.

Dia 4

No raio-X é possível ver que restam apenas as partes mais resistentes da presa. As enzimas e bactérias do intestino da cobra trabalham a todo o vapor.

© Foto: Fornecido por BBC Após a digestão total, uma píton pode passar semanas sem precisar se alimentar novamente.


Dia 5

Restam apenas alguns fragmentos do jacaré. Nesse momento, a principal tarefa do aparelho digestivo da cobra é eliminar os gases do processo de digestão.

© Foto: Fornecido por BBC No quinto dia, o raio-x mostra que restam apenas alguns fragmentos do jacaré.

Dia 6

A digestão termina. A partir desse ponto, segundo explica o biólogo, a píton pode ficar semanas ou até meses sem a necessidade de comer.

© Foto: Fornecido por BBC

 Fonte: BBC e MSN

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Encontrados no Peru fósseis de crocodilos com 13 milhões de anos

Modelo de um Gnatusuchus pebasensis, um crocodilo que viveu há 13 milhões de anos nas selvas do Peru

Uma equipe internacional de paleontólogos descobriu na selva peruana fósseis de sete espécies de crocodilos que se alimentavam de moluscos e que têm 13 milhões de anos.

"Encontramos em um só lugar os restos fósseis de sete espécies de crocodilos com 13 milhões de anos, isto é algo único para a ciência paleontológica", informou à AFP Rodolfo Slas-Gismondi, encarregado do Departamento de Paleontologia de Vertebrados do Museu de História Natural da peruana Universidade San Marcos.

"Esses crocodilos são totalmente novos para a ciência porque não se sabia que havia crocodilos que se alimentavam de moluscos", sustentou o estudioso que lidera desde 2002 uma equipe de paleontólogos peruanos, americanos e franceses na região de Loreto, no nordeste do Peru.

Em um telefonema feito da Flórida, nos Estados Unidos, Salas-Gismondi manifestou que entre as espécies encontradas destaca-se um crocodilo de nariz pequeno que utilizava sua mandíbula achatada para caçar os moluscos em lamaçais da Amazônia.

"Este crocodilo com dois metros de altura tinha o focinho muito curto e a mandíbula muito forte", afirmou o paleontólogo, ao comentar que os crânios e as mandíbulas dos animais encontrados foram indispensáveis para serem identificados.

A descoberta ocorreu recentemente em um sítio paleontológico de 20 metros quadrados em duas localidades da cidade de Anchiyacu perto das bacias dos rios Amazonas, Itaya e Momón, na região de Loreto, fronteiriça com o Equador. A pesquisa foi publicada recentemente na revista Proceedings B da Royal Society.

Os estudiosos tiveram que esperar os meses de julho e agosto, quando o nível dos rios baixam quase dez metros, para poderem fazer suas pesquisas. Nesse momento, entraram nas partes rochosas que se formam ao lado dos rios onde foram localizados os fósseis.

"O interessante deste estudo é que identificamos uma etapa na história da Amazônia, na qual os membros dessa comunidade alimentícia das zonas tropicais eram crocodilos que se alimentavam de moluscos", afirmou Salas.

"Há milhares de anos a Amazônia não era como é agora, o ambiente era diferente, com pântanos e lagos. A floresta estava fragmentada por lagos, todo este ecossistema desapareceu quando o rio Amazonas apareceu", explicou.

Em 2011, outra expedição de paleontólogos peruanos liderados por Klaus Honninger e austríacos foram descobertos na região de Loreto os restos fossilizados de um crocodilo gigante com idade de 20 milhões de anos.

Fonte: AFP e UOL

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Cinco curiosidades sobre 'superjacaré' brasileiro mais forte que tiranossauro

A mordida do Purussaurus era 20 vezes mais poderosa que a de um tubarão branco

O Purussaurus brasiliensis está extinto há 8 milhões de anos, mas ainda pode causar um certo frisson na comunidade científica.

O antepassado do jacaré, que viveu na região da Amazônia no período mioceno, foi descoberto em 1892, pelo cientista e aventureiro brasileiro Barbosa Rodrigues. Mas um estudo publicado na semana passada tirou o réptil de décadas de esquecimento: uma equipe de pesquisadores brasileiros pela primeira vez fez estimativas detalhadas de suas dimensões e de sua fisiologia.

A principal revelação foi a de que a mordida do Purussaurus era duas vezes mais forte que a do Tiranossauro Rex, o mais notório dos dinossauros.

Mas essa não foi a única curiosidade, como a lista abaixo mostra.


1. Um carnívoro voraz


Segundo Aline Ghilardi, paleontóloga da Universidade Federal do Rio de Janeiro, o Purussaurus precisava de uma imensa quantidade de comida para sustentar o corpanzil que podia passar dos 12 metros de comprimento. Ela e seus colegas calcularam que o jacaré pré-histórico precisava comer uma média de 40kg de carne diariamente para sobreviver.

Isso é pelo menos 15 vezes mais do que um jacaré contemporâneo come.

"O mioceno foi uma era marcada por grandes mamíferos na região da Amazônia. Havia preguiças de cinco metros, por exemplo. Isso era perfeito para o Purussarus", conta Ghilardi.

2. Purussaurus versus tiranossauro: quem venceria?

O jacaré pré-histórico podia chegar a 12 metros de comprimento e pesar até oito toneladas

O Purussaurus viveu há 8 milhões de anos, mais de 50 milhões depois da extinção do tiranossauro. Mas Ghilardi não tem dúvidas sobre quem levaria a melhor caso os dois animais se encontrassem pelo caminho.

"O tiranossauro não teria vez numa luta. Para começar, o Purussaurus vivia numa região de pântanos, o que lhe dava mais vantagem territorial. E sempre vale lembrar que um antepassado do jacaré era predador do tiranossauro", conta Ghilardi.

3. Dentada violenta

Uma lista dos animais de mordida mais poderosa tem detalhes impressionantes. Segundo a equipe de pesquisadores, a força da mordida média do jacaré pré-histórico brasileiro era de sete toneladas, com força mínima de 41 mil e máxima de mais de 115 mil. O tiranossauro, por exemplo, não passava de 57 mil.

A pesquisa brasileira foi possível por causa da descoberta de um crânio no Acre pelos paleontologistas Edson Guilherme e Jonas Souza Filho.

4. Design vencedor

Não é por mera coincidência que o "ranking da mordida" tem seis animais da família dos jacarés e crocodilos entre os dez mais fortes. "O Purussaurus tinha uma anatomia bem adequada para uma mordida violenta e sustentável", diz Ghilardi.

E essa eficiência se manteve ao longo de milhões de anos.

"Basta vermos as semelhanças entre os antepassados e os jacarés e crocodilos de hoje", observa.

Análises de outros pesquisadores em fósseis do Purussaurus revelaram que ele já era capaz de fazer os temidos "rolamentos" na água com que jacarés e crocodilos de hoje matam e desmembram suas presas.

5. Derrotado por montanhas

Na Amazônia miocênica, o Purussaurus era o rei da selva -- ou melhor, do pântano.

Mas um fenômeno geológico seria fatal para o jacaré pré-histórico: o surgimento da Cordilheira dos Andes, que teve um impacto profundo no meio-ambiente do continente inteiro, e ainda mais dramático na região amazônica. As mudanças extinguiram diversas espécies e tornaram a vida do Purussaurus brasiliensis extremante complicada.

"A constante subida dos Andes e a mudança do sistema amazônico de pântanos para os sistemas de rios que temos hoje reduziu muito a área para esses animais gigantes viverem. Ao reduzir também o número de presas, causou rapidamente a extinção dos superjacarés amazônicos. É uma lição para nós de que nem sempre é necessário um meteoro para causar a extinção de um grupo bem sucedido de espécies", afirma Tito Aureliano, da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), um dos autores do estudo.

Fonte: BBC Brasil

sábado, 24 de janeiro de 2015

Veja crocodilo devorando rival menor e mais cenas chocantes entre animais

Nos EUA, pesquisadores capturaram tubarão com outro menor na boca.
Na Austrália, moradora flagrou sapo engolindo outro anfíbio em sua piscina.

Crocodilo x crocodilo

Em uma rara filmagem, um crocodilo enorme foi flagrado devorando outro menor no rio Nhlanganini, no Parque Nacional Kruger, na África do Sul. Segundo Anthony Moore, que publicou um vídeo no YouTube, a cena ocorreu no dia 16 de dezembro.

Em vídeo raro, crocodilo é flagrado devorando outro menor na África (Foto: Reprodução/YouTube/Anthony Moore)

Tubarão x tubarão

Pesquisadores da Universidade de Delaware (EUA) estavam tentando recapturar tubarões que tinham sido marcados para pesquisa científica na costa do estado quando fisgaram um tubarão enorme com outro menor dentro de sua boca.

Pesquisadores fisgaram tubarão enorme com outro menor dentro de sua boca (Foto: University of Delaware ORB Lab/Reuters)

Peixe x peixe

Em 2013, o pescador holandês René Spaargaren, de Almere, perto de Amsterdã (Holanda), ficou chocado ao encontrar um peixe que morreu provavelmente sufocado ao tentar devorar um outro peixe quase do mesmo tamanho.

Peixe morreu sufocado ao tentar devorar um outro peixe quase do mesmo tamanho (Foto: Reprodução)

Cobra x cobra

Uma cobra não-venenosa, da espécie Drymarchon melanurus erebennus, foi filmada por operários devorando uma cascavel, uma das cobras mais venenosas dos EUA. A cena foi filmada em um rancho perto de Pearsall, no Texas.

Vídeo mostra cobra não-venenosa devorando cascavel (Foto: Reprodução/YouTube/Lance Tennill)

Sapo x sapo

Em 2009, A australiana Kerry Roberts levou um susto quando encontrou um sapo engolindo outro anfíbio em sua piscina na cidade de Townsville, no estado de Queensland (Austrália).

Kerry Roberts flagrou um sapo comendo outro na Austrália (Foto: Kerry Roberts/Divulgação)

Tubarão x tubarão

Em 2014, funcionários do aquário de Oarai, no Japão, ficaram horrorizados quando um tubarão-tigre tentou devorar outro menor. O tubarão-tigre mastigou várias vezes o rival, mas acabou desistindo, pois ele tinha a pele muito dura.

Funcionários ficam horrorizados após tubarão tentar devorar outro menor
(Foto: Reprodução/YouTube/The Red Phoenix) (Foto: Reprodução/Aqua World Oarai)

Fonte: G1

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Animais que fugiram de ataques

Chute certeiro

Uma zebra escapou milagrosamente de um ataque de um crocodilo enorme após acertar um chute na cabeça do predador. A cena foi registrada pelo fotógrafo amador Laurent Renaud na reserva de Masai Mara, no Quênia.



'Por um triz'

Câmeras de monitoramento (ativadas por sensores de movimento) flagraram em julho do ano passado um guaxinim tentando escapar de um ataque de um aligátor (jacaré americano) em um parque no sudoeste do estado da Flórida (EUA).



'Caranguejo valentão'

O fotógrafo americano Phil Lanoue registrou o momento em que um caranguejo encarou um enorme aligátor (jacaré americano) que tentava devorá-lo. O crustáceo chega a colocar as garras na mandíbula do réptil e, em seguida, foge.


Fonte: G1

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Cientistas descrevem réptil que viveu no Brasil há 56 milhões de anos

Espécie 'Sahitisuchus fluminensis' foi encontrada na região de Itaboraí (RJ).
Crocodilo media 2 m; descrição foi publicada no periódico 'PLoS One'.

 

Ilustração mostra como era o réptil 'Sahitisuchus fluminensis', que viveu no Brasil há milhões de anos (Foto: Divulgação/Serviço Geológico do Brasil)

Pesquisadores brasileiros descreveram com a ajuda de fósseis encontrados na região de Itaboraí, no Rio de Janeiro, uma espécie de crocodilo já extinta e que viveu no Brasil há pelo menos 56,5 milhões de anos (durante o período Paleoceno).

A descoberta foi anunciada nesta quarta-feira (15) pelo paleontólogo Diógenes de Almeida Campos e pelos pesquisadores Alexander Kellner e André Pinheiro, ligados ao Museu de Ciências da Terra, do Serviço Geológico do Brasil (CPRM) e ao Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). 
 


O novo animal foi batizado de Sahitisuchus fluminensis, nome derivado de palavras da cultura indígena xavante e do latim que significa "crocodilo guerreiro fluminense" (designação dada aos que nascem no estado do Rio de Janeiro).

Segundo a descrição, publicada na edição desta quarta do periódico “PLoS One”, o Sahitisuchus fluminensis tinha aproximadamente dois metros de comprimento, possuía um crânio alto e em torno de 16 dentes serrilhados na arcada superior, o que o ajudava a dilacerar suas presas.

Os cientistas avaliam que esta espécie comia de mamíferos marsupiais a répteis menores.

De acordo com o CPRM, trata-se do mais antigo réptil fossilizado encontrado no Estado do Rio de Janeiro. Além disso, o estudo aponta que essa espécie sobreviveu à grande extinção de 65,5 milhões de anos atrás, que dizimou parte dos animais, incluindo os dinossauros.


Predador


Os fósseis, incluindo um crânio em ótimo estado, foram localizados durante explorações na Bacia Calcária de São José de Itaboraí, realizadas por cinco décadas e que terminaram em 1984. No entanto, sua descrição só aconteceu agora, após um longo período de investigação.

Para os paleontólogos, é um dos espécimes mais bem preservados já encontrados de crocodiliformes, grupo de répteis a qual pertence o “guerreiro fluminense” e que compreende os maiores predadores dos mares que viveram no planeta depois da grande extinção.

Nos calcários da Bacia de São José de Itaboraí já foram descobertos fósseis do Paleoceno (do período que compreende entre 65 milhões e 55 milhões de anos atrás) e do Pleistoceno, período mais recente, entre 2,5 milhões e 11,5 mil anos atrás.

De acordo com comunicado divulgado pelo CPRM, havia ainda no local milhares de pedaços de ossos e dentes isolados de mamíferos, principalmente marsupiais que viveram na América do Sul após a extinção em massa. Restos de répteis raramente são encontrados e ainda precisam ser mais bem estudados.
 
Crânio encontrado por pesquisadores brasileiros e que ajudou a descrever a espécie 'Sahitisuchus fluminensis'. Ao fundo, painel mostra como era o réptil pré-histórico (Foto: Divulgação/CPRM)
 
Fonte: G1

sábado, 22 de novembro de 2014

Fotógrafo registra batalha entre jacaré e onça pintada

O fotógrafo Chris Brunskill registrou uma verdadeira batalha entre uma onça pintada e um um jacaré. A cena do 'duelo' foi capturada às margens de um rio no Paraná.

A onça chegou a ser atacada pelo jacaré, mas conseguiu se esquivar e lutar com o jacaré. Segundo Brunskill, a onça estava em estado crítico e precisava se alimentar. As informações são do Daily Mail.

Apesar da aparente desvantagem durante o confronto, o jacaré conseguiu escapar e seguiu seu trajeto, deixando a onça sem refeição.



Fonte: UOL

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Animais folgados - Pegando carona



Embates Selvagens - Crocodilo Vs Elefante

Embates selvagens são bastante comuns na África ou em qualquer lugar do mundo. Entretanto, alguns animais se respeitam, havendo pouco atrito entre eles.

O caso abaixo é uma exceção à regra, já que normalmente crocodilos não atacam elefantes.

Infelizmente, o final foi trágico para o elefante, já que o crocodilo tem a mordida mais colossal dentre todos os animais, estando na frente mesmo do grande tubarão branco. 

Lembrando novamente que ataques de crocodilos a elefantes são bastante raros, devido a proteção que as mães oferecem aos filhotes e ao respeito que o próprio animal tem pelo outro, em virtude do tamanho.












segunda-feira, 3 de março de 2014

Cobra vence batalha e devora crocodilo em lago australiano

Uma píton venceu uma batalha contra um crocodilo e foi fotografada devorando o réptil no lago Moondarra, perto da cidade de Mount Isa, no Estado australiano de Queensland, no domingo (2).


O duelo levou algumas horas e foi registrado por alguns visitantes do local, que ficaram espantados com o ataque, como a moradora de Mount Isa Tiffany Corlis, que divulgou suas fotos nesta segunda (3).






Fonte: UOL