sexta-feira, 10 de junho de 2011

SERPENTES da CAATINGA

Jararaca

Nome Científico: Bothrops jararaca (WIED, 1824)
Família: Viperidae
Morfologia Externa: Desenhos dorsais em forma de "V" invertido, com tons cinzas, esverdeados e amarronzados.
Incidência: Sul e Sudeste do Brasil (ARGÔLO, 1992)
Dentição: Solenóglifa Peçonha: Botropca
Nutrição: Lagartos, aves e pequenos mamíferos.
Dimensão: até 1,50 m



Caiçaca, Jararacuçu

Nome Científico: Bothrops moojeni (HOGE,1965)
Família: Viperidae
Morfologia Externa: Desenhos dorsais em forma de "V" invertido, com tons de dentro pra fora: cinza, esverdeado, preto e branco. Corpo predominantemente esverdeado e volumoso. Ventre acinzentado.
Incidência:Cerrado
Dentição: Solenóglifa Peçonha: Botropca
Nutrição: Lagartos, aves e pequenos mamíferos.
Dimensão: até 1,80 m

Jibóia

Nome Científico: Boa constrictor constrictor (LINNAEUS,1758)
Família: Boidae
Morfologia Externa: Coloração geral parda-violácea, com faixas de cor escura no dorso e desenhos laterais ovóides ou rômbicos.
Habitat: É comum em todo o Brasil, especificamente em florestas, campos e caatingas.
Incidência: Áglifa Peçonha: Não possui
Nutrição: Alimenta-se de aves e outros pequenos mamíferos.
Dimensão: até 5 m

Cobra-preta, Muçurana

Nome Científico: Boiruna maculata (BOULENGER, 1896)
Família: Colubridae
Morfologia Externa: Quando filhote corpo quase todo rosado e cabeça preta e branca, quando adulta preto por todo o corpo, exceto uma pequena porção ventral próxima a cabeça.
Incidência: Interior do Brasil
Dentição: Opistóglifa
Nutrição: Lagartos, serpentes, aves e pequenos mamíferos.
Dimensão: até 2,50 m


Jararaca-do-cerrado

Nome Científico: Bothrops itapetiningae (BOULENGER, 1907)
Família: Viperidae
Morfologia Externa: Desenhos dorsais em forma de "V" invertido, com tons marrom-médio delineados com branco, predominantemente marrom-claro, e ventre marfim com pintas escuras nos flancos.
Incidência: centro-oeste
Dentição: Solenóglifa Peçonha: Botropca
Nutrição: Lagartos, aves e pequenos mamíferos.
Dimensão: até 1,0 m

Jararaca-de-rabo-branco

Nome Científico: Bothrops leucurus (WAGLE,1824)
Família: Viperidae
Morfologia Externa: Possui desenhos em forma de trapézio, tons marrons e ligeiramente amarelados, ventre esbranquiçado em forma de xadrez. filhotes de cauda clara ou amarelada.
Incidência: É comum em todo o Brasil, especificamente em florestas, campos e caatingas.
Dentição: Solenóglifa Peçonha: Botropca
Nutrição: Alimenta-se de aves e outros pequenos mamíferos.
Dimensão: até 1,90 m

Jararaca, Malha-de-cascavel

Nome Científico: Bothrops erythromelas (AMARAL,1923)
Família: Viperidae
Morfologia Externa: marrom avermelhado até o cinza, manchas dorsais irregulares, lembrando trapézios. Possui faixa postocular. Ventre claro ligeiramente manchado em tons escuros.
Incidência: Caatingas.
Dentição: Solenóglifa Peçonha: Botropca
Nutrição: Alimenta-se de lagartos e pequenos mamíferos.
Dimensão: até 85 cm

Jararaca pintada

Nome Científico: Bothrops neuwiedii (WAGLER,1824)
Família: Viperidae
Morfologia Externa: Sem padronagem definida, manchas escuras por todo o dorso, e bordas do ventre em tons mais claros (de amarelo para laranja).
Incidência: Cerrado
Dentição: Solenóglifa Peçonha: Botropca
Nutrição: Lagartos, aves e pequenos mamíferos.
Dimensão: até 90 Cm

Cascavel, Maracambóia

Nome Científico: Crotalus durrissus cascavela (WALGER,1824)
Família: Viperidae
Morfologia Externa: Tons de fundo em marrom, cinza ou pardo, com losangos escuros enfileirados no dorso, faixas longitiudinais escura no pescoço. Possui na ponta da cauda um chocalho ou guiso.
Incidência: Caatingas, campos e cerrado
Dentição: Solenóglifa Peçonha: Crotálico
Nutrição: Aves e pequenos mamíferos.
Dimensão: até 1,80 m



Cascavel, Maracá

Nome Científico: Crotalus durrissus terrifucus
Família: Viperidae
Morfologia Externa: Tons de fundo em marrom, cinza ou pardo, com losangos escuros enfileirados no dorso, delineados por escamas brancas, faixas longitiudinais escura no pescoço. Possui na ponta da cauda um chocalho ou guiso.
Incidência: Cerrado e regiões secas do sudeste do Brasil
Dentição: Solenóglifa Peçonha: Crotálico
Nutrição: Aves e pequenos mamíferos.
Dimensão: até 1,80 m

Casco-de-burro, Jararaquinha

Nome Científico: Liophis poecilogyrus xerophylos (WIED, 1835)
Família: Colubridae
Morfologia Externa: O colorido varia conforme a idade. Indivíduos jovens podem ter o crânio destacado em vermelho escuro e manchas pretas enfileiradas por todo o corpo. Adultos podem ter padrões cinza ou alaranjado.
Incidência: Tipicamente da caatinga, alguns exemplares no litoral
Dentição: Áglifa
Nutrição: Lagartos e rãs.
Dimensão: até 80 cm

Sucuri, sucuiú

Nome Científico: Eunectes murinus (LINNAEUS,1758)
Família: Boidae
Morfologia Externa: Coloração geral parda-amarelada, com faixa escura após os olhos até o fim do crânio, no dorso desenhos ovóides ou rômbicos. Olhos bem destacados dos olhos e voltados para cima, possibilitando o forrageio superficial na água.
Habitat: É comum em ambientes aquáticos da Mata Atlântica e Amazônica, exceto no sul do Brasil
Incidência: Áglifa Peçonha: Não possui
Nutrição: Alimenta-se de aves, mamíferos e jacarés de médio porte
Dimensão: até 9 m

Salamanta, cobra-de-veado

Nome Científico: Epicrates cenchria assisi
Família: Boidae
Morfologia Externa: De coloração geral castanha, com manchas negras ocelares nos flancos.
Incidência: É comum em todo o Brasil, especificamente em florestas ou campos.
Dentição: Áglifa
Nutrição: Alimenta-se de aves e outros pequenos mamíferos.
Dimensão: até 2 m

Cobra-coral, Coral-verdadeira

Nome Científico: Micrurus ibiboboca (MERREM, 1820)
Família: Elapidae
Morfologia Externa: Tanto o dorso com o ventre é composto por anéis regulares em preto, branco e vermelho, sendo dois brancos separando o preto, e dois pretos separando o vermelho.
Incidência: Caatinga, todo o semi-árido e Mata Atlântica .
Dentição: Proteróglifa
Nutrição: Serpentes e anfisbênios
Dimensão: até 1 m

Cipó-bicuda

Nome Científico: Oxybelis aeneus (WAGLER, 1824)
Família: Colubridae
Morfologia Externa: Dorso amarronzado, com os flanco até o ventre bancos-amarelados, a região gular é amarelada até às labiais. Corpo é delgado, apresentando o crânio afilado frontalmente.
Incidência: Todo o Brasil
Dentição: Opistóglifa
Nutrição: Lagartos, pequenas aves e rãs
Dimensão: até 1,6 m

Falsa-coral

Nome Científico: Oxyrhopus trigeminus (Duméril, 1854)
Família: Colubridae
Morfologia Externa: Anéis incompletos e irregulares em vermelho, preto e cinza-claro. Ventre marfim.
Incidência: Nordeste do país
Dentição: Opistóglifa
Nutrição: Lagartos preferencialmente.
Dimensão: até 70 cm



Cipó-verde

Nome Científico: Philodryas aestivus (DUMÉRIL, 1854)
Família: Colubridae
Morfologia Externa: Possui o corpo predominantemente verde em médio tom, tendo o ventre um pouco mais claro. Possui ligeiros tons amarelados nos flancos. Escamas quilhadas no dorso.
Incidência: Caatinga, brejo paraibano e litoral.
Dentição: Opistóglifa
Nutrição: Lagartos e rãs.
Dimensão: até 1 m

Corre-campo

Nome Científico: Philodryas nattererri (STEINDACHNER, 1870)
Família: Colubridae
Morfologia Externa: Cor predominante em marrom, com flancos esbranquiçado. Escamas aleatórias manchadas em preto.
Incidência: Caatinga, cerrado e litoral.
Dentição: Opistóglifa
Nutrição: Lagartos preferencialmente.
Dimensão: até 1,8 m

Cipó-verde, Cobra-verde

Nome Científico: Philodryas olfersii (LICHTENSTEIN, 1823)
Família: Colubridae
Morfologia Externa: Predominantemente verde-escuro, e ventre claro. Exemplares do sul possuem uma mancha cinzenta sobre o crânio, levemente rodeada de preto.
Incidência: Todos os biomas Brasileiros
Dentição: Opistóglifa
Nutrição: Aves, pequenos roedores e lagartos.
Dimensão: até 1,3 m

Papa-pinto, Cobra-espada

Nome Científico: Philodryas patagoniensis (SHELEGEL, 1837)
Família: Colubridae
Morfologia Externa: Possui o corpo predominantemente marron-esverdiado, tendo o ventre um pouco mais claro. Indivíduos jovens apresentam manchas alaranjados.
Incidência: Centro-oeste e Sul do País
Dentição: Opistóglifa
Nutrição: Lagartos, serpentes jovens, aves e mamíferos.

Cobra-de-cabeça, Papa-ovo

Nome Científico: Thamnodynastes sp (em descrição)
Família: Colubridae
Morfologia Externa: Corpo delgado, com ventre em amarelo quando adulta e flancos amarronzados. Dorso como desenhos de pequenos losangos irregulares manchados em preto, com um linha em tom marrom mais escuro destacada da cor de fundo do dorso. É vivípara até 9 filhotes, com padrão cinza e cinza-escuro.
Incidência: Caatinga
Dentição: Opistóglifa
Nutrição: preferencialmente de batráquios, também lagartos.
Dimensão: até 1,6 m

Boipeva

Nome Científico: Waglerophis merremii (WALGER, 1824)
Família: Colubridae
Morfologia Externa: Colorido variado entre cinza, alaranjado e marrom. Apresenta trapézios escurecidos em marrom, O ventre é claro e a faixa postocular é nítida.
Incidência: Todos os biomas exceto Norte do País
Dentição: Áglifa
Nutrição: Anurus e outros anfíbios.
Dimensão: até 1,35 cm

Cobra-preta, Boiúna

Nome Científico: Pseudoboa nigra (DUMÉRIL, 1854)
Família: Colubridae
Morfologia Externa: Jovens de cabeça preta e branca, com o corpo avermelhado. Adultos predominantemente pretos, alguns com manchas brancas por todo o corpo.
Incidência: Caatinga, brejo paraibano e litoral.
Dentição: Opistóglifa
Nutrição: Lagartos preferencialmente.
Dimensão: até 1,2 m


Fonte: Portal Répteis da Caatinga

quarta-feira, 8 de junho de 2011

QUELÔNIOS da CAATINGA

Jabuti

Nome Científico: Geochelone carbonaria (SPIX, 1824)
Família: Testudinidae
Morfologia Externa: Possui uma carapaça com hexágonos amarelados no centro, os flancos com manchas amareladas. escamas dos membros eriçadas e algumas avermelhadas. Estritamente terrestres.
Incidência: Caatinga, Norte do País
Nutrição: Vegetais
Dimensão: até 40 cm

Cágado D'agua

Nome Científico: Phrynops tuberculata (LUTEDERWALDT, 1926)
Família: Chelidae
Morfologia Externa: Coloração escura, com manchas indefinidas na carapaça, ventre escuro com manchas alaranjadas. cabeça bem desenvolvida, de focinho proeminente e com duas barbilhas abaixo da mandíbula.
Incidência: Caatinga, Provavelmente introduzida
Nutrição: Vegetais, girinos e pequenos peixes
Dimensão: até 35 cm

Tartaruga-tanque, Muçuã

Nome Científico: Kinosternon scorpioides sp (LINEU, 1758)
Família: Kinosternidae
Morfologia Externa: Coloração escura, possui um casco alto e dotado de três quilhas longitudinais. O pescoço é recolhido e protegido por uma porção móvel no dorso do casco chamado charneira, esta também é encontrada no porção cloacal. Possui um crânio robusto com focinho saliente. A cauda termina em uma forte unha córnea.
Incidência: Caatinga e mata atlântica
Nutrição: Vegetais, girinos e pequenos peixes
Dimensão: até 35 cm


Tartaruga-mordedora

Nome Científico: Macroclemys temminckii
Família: Chelydridae
Morfologia Externa: Casco com proeminências lembrando espinhos, plastrão curto, dedos com unhas grande e fortes. Crânio em forma de cone, com a porção anterior da maxila em forma de gancho.
Incidência:
Nutrição: girinos, pequenos peixes, pequenos mamíferos (cativeiro)
Dimensão: até 90 cm

Tartaruga-de-casco-mole

Nome Científico: Trionyx spiniferus sp
Família: Trionychidae
Morfologia Externa: Carapaça mole, de cor pálida em tom amarelado. Membros com membranas interdigitais. Crânio alongado, com focinho proeminente.
Incidência:
Nutrição: girinos e pequenos peixes
Dimensão: até 30 cm



Fonte: Portal Répteis da Caatinga

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Games com Répteis

  • CADILACS AND DINOSAURS


Nome: Cadillacs and Dinosaurs
Ano: 1992
Fabricante: Capcom
Sistema Operacional: CPS-1 (Capcom Play System 1)
Estilo: Ação/Briga de Rua


 
SINOPSE: Cadillacs and Dinosaurs é um jogo lançado em 1992 pela Capcom baseado nos quadrinhos Xenozoic Tales de Mark Schultz. Usava o mesmo sistema de jogos de outro sucesso da época, Final Fight.
A história é ambientada em 2513, depois de uma catástrofe ambiental que provocou um colapso na civilização no século XX.
O usuário pode escolher quatro personagens no jogo, percorrer Nova Iorque parcialmente submersa e se aventurar em selvas tropicais para enfrentar vilões, dinossauros e meio vilões meio dinossauros. Para fazer jus ao título, o personagem viajava em Cadillacs.
Hoje este jogo ainda conta com uma multidão de fãs. Em 1993 foi lançada a animação baseada no jogo, tendo como principais personagens o mecânico Jack Tenrec, a cientista Hannah Dundee e o engenheiro Mustapha Cairo.

Vídeo do jogo:

 



  • DINO CRISIS



Nome: Dino Crisis
Ano: 1999/2000
Fabricante: Capcom
Sistema Operacional: Playstation (1999); PC (2000) e Dremcast (2000).
Estilo: Ação/Survival Horror





SINOPSE: Dino Crisis é um jogo lançado em 1999 para Playstation pela Capcom. O jogo posteriormente ganhou as continuações: Dino Crisis 2, Dino Stalker e Dino crisis 3. Com o grande sucesso de Resident Evil, a Capcom resolveu lançar uma franquia nos mesmos moldes, desta vez, porém, ao invés de uma mansão cheia de zumbis, o jogador teria de explorar uma terrível ilha povoada por dinossauros dentro de um gigantesco complexo de pesquisa.

Vídeo do jogo:


  • DINO CRISIS 2



Nome: Dino Crisis 2
Ano: 2000
Fabricante: Capcom
Sistema Operacional: Playstation
Estilo: Ação/Survival Horror






SINOPSE: Dino Crisis 2 é a seqüência do primeiro game da série lançada para Playstation em 2000 pela Capcom.

Vídeo do jogo:



  • DINO CRISIS 3



Nome: Dino Crisis 3
Ano: 2003
Fabricante: Capcom
Sistema Operacional: Xbox
Estilo: Ação/Survival Horror






SINOPSE: Dino Crisis 3 é um jogo desenvolvido pela Capcom. É a seqüência da série Dino Crisis. Foi lançado no Japão em 26 de junho de 2003 para o Xbox. A ação agora acontece no espaço, em uma estação espacial cujo plano continuamente está mudando. O personagem conta com um jetpack para "andar" pela estação, já que sua configuração muda com freqüência. Diferentemente dos primeiros títulos, os inimigos não são dinossauros reais, são mutações baseadas nas aparências físicas de algumas espécies de dinossauros. Embora a nave foi crida por ddklianos, cujo o proposito e destruir a Terra.

Vídeo do jogo:



  • DINO STALKER



Nome: Dino Crisis 3
Ano: 2002
Fabricante: Capcom
Sistema Operacional: Playstation 2
Estilo: Ação/FPS






SINOPSE: Dino Stalker (Gun Survivor 3: Dino Crisis no Japão) é um jogo de tiro em primeira pessoa criado pela Capcom, que foi lançado para o Playstation 2, em 27 de junho de 2002. O jogo é um spinoff da série Dino Crisis de videogames e serve como uma semi-sequencia aos fatos de Dino Crisis 2. Embora possa ser desempenhado por outros meios, uma light gun é recomendado, uma vez que o jogo faz parte de uma série de jogos da Capcom que tenta colmatar o vácuo entre os jogos de light gun e os jogos tradicionais que permitem ao jogador um maior controle sobre seus movimentos no jogo.

Vídeo do jogo:


sábado, 4 de junho de 2011

LAGARTOS da CAATINGA

LAGARTO VERDE

Nome Científico: Ameiva ameiva (LINEU, 1758).
Família: Teidae.
Morfologia Externa: Cabeça comprida muito parecida com a do Tejo. Corpo curto e robusto, tendo o dorso esverdeado e os flancos com pintas azuladas nos machos. Fêmeas pardas quando adultas.
Incidência: Leste dos Andes, do Panamá ao norte da Argentina.
Nutrição: Larvas, insetos, Roedores e aves de pequeno porte.
Dimensão: até 60 cm.

LAGARTO CORAL

Nome Científico: Diploglossus lessonae (PERACCA, 1890)
Família: Anguidae
Morfologia Externa: Possui o corpo predominantemente marron-claro, jovens com listras brancas e preto de fundo, o ventre do adultos apresenta-se avermelhado e a cabeça de colorido destacado em tons amarelados.
Incidência: Caatinga
Nutrição: larvas e insetos adultos e minhocas
Dimensão: até 25 cm

LEOPARDO GEKKO

Nome Científico: Eublepharis macularius
Família: Gekkonidae
Morfologia Externa: Padrão colorido característico, amarelo como cor fundo, manchas pretas por todo o dorso e flancos. Não possui ventosa. A cauda mostra-se rômbica e carnosa
Incidência: Oeste da Ásia até o Nordeste da Índia
Nutrição: Larvas e insetos adultos
Dimensão: até 25 cm



BRIBA

Nome Científico: Hemidactylus agrius (VANZOLINI, 1978)
Família: Gekkonidae
Morfologia Externa: Possui por todo o corpo tubérculos, especialmente nos membros, dorso castanho-acinzentado, com faixas onduladas mais escuras. Os flancos apresenta-se mais claros e o ventre marfim.
Incidência: Caatinga
Nutrição: Larvas e insetos adultos
Dimensão: até 12 cm


IGUANA

Nome Científico: Iguana iguana (LINEU, 1748)
Família: Iguanidae
Morfologia Externa: Possui o corpo predominantemente esverdeado, tornando-se marrom-escuro com o tempo. Possui crista sobre todo o dorso, tendo ainda manchas brancas por todo o dorso. O ventre é esbranquiçado e liso. Na cabeça possui uma placa escamosa circular branca, e um papo com tonalidades semelhante a do corpo.
Incidência: Todo o Brasil
Nutrição: vegetais
Dimensão: até 2,0 m


LAGARTIXA DA NOITE

Nome Científico: Phyllopezus periosus
Família: Gekkonidae
Morfologia Externa: Cor de fundo amarelada, com faixas transversais pretas e brancas quando, o ventre apresenta-se esbranquiçado.
Incidência: Caatinga
Nutrição: Larvas, insetos adultos
Dimensão: até 25 cm


LAGARTIXA

Nome Científico: Phyllopezus pollicaris
Família: Gekkonidae
Morfologia Externa: Cor de fundo predominantemente cinza, com manchas negras pelos flancos e corso, pupila vertical lombada, penúltima falange com dígitos dilatada, com lamelas infradigitais simples, todos os dígitos com unhas.
Incidência: Caatinga
Nutrição: Larvas, insetos adultos
Dimensão: até 8,5 cm

PAPA VENTO

Nome Científico: Polychrus acutirostris (SPIX, 1825) 
Família: Polychrotidae 
Morfologia Externa: Indivíduos com olhos externados, e colorido diversificado, com exemplares amarelados, avermelhados e pardos com manchas pretas próximas a cabeça. Possui um papo desenvolvido abaixo do mandíbula. 
Incidência: Caatinga Nutrição: Larvas e insetos adultos Dimensão: até 15 cm


CALANGO ("LAGARTIXA DE MURO")

Nome Científico: Tropidurus torquatus (WIED, 1820)
Família: Tropiduridae
Morfologia Externa: Possui o corpo predominantemente cinza, com aspecto robusto e de escamas quilhadas na cauda (alguns exemplares de grande porte).
Incidência: O gênero em todo o país
Nutrição: insetos larvas e adultos
Dimensão: até 25 cm

TÉIU

Nome Científico: Tupinambis teguixin (LINEU, 1758)
Família: Teiidae
Morfologia Externa: Quando jovens, indivíduos esverdeados com pintas pretas. Adultos predominantemente pretos com manchas brancas. Língua apresenta-se bífida.
Incidência: Caatinga
Nutrição: Aves, rodores, lagartos e serpentes jovens
Dimensão: até 1,5 m

Fonte: Portal Répteis da Caatinga

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Montagens com Répteis













Montagens com Serpentes









Serpentes peçonhentas e não-peçonhentas

O veneno das cobras, ou peçonha, é uma secreção tóxica das parótidas – as glândulas de veneno, que situam-se abaixo e atrás dos olhos e estão em conexão com as presas inoculadoras. É um líquido viscoso, branco (levemente turvo) ou amarelo, resultante de uma mistura de muitos protídeos, uns tóxicos e outros inócuos, e de substâncias orgânicas e inorgâncias micromoleculares.
A reduzida mobilidade das serpentes torna necessário um meio para deter os movimentos da sua vítima, de modo a poder ingeri-la. Daí a função paralisante da peçonha neurotóxica encontradas em muitas serpentes.
Em outras cobras, o veneno não serve somente para matar a caça, mas possui também ação digestiva, atuando no desdobramento das substâncias orgânicas através de fermentos digestivos muito ativos. A digestão é facilitada pela inoculação da peçonha, anterior à ingestão da vítima.
As cobras chamadas não-venenosas ou não-peçonhentas – 81% das espécies conhecidas – têm presas não-articuladas. Produzemum veneno que aflora em sua cavidade bucal e atua na digestão do alimento, mas não possuem presas inoculadoras para introduzir a peçonha na vítima.
Na Europa e África, as serpentes venenosas podem ser identificadas por ter pupilas verticais e cabeça triangular, mas essa regra não se aplica na América do Sul, inclusive no Brasil. A jibóia tem cabeça triangular, mas não é venenosa, ao passo que a coral verdadeira é venenosa, mas não tem cabeça triangular.
No Brasil e em toda a América do Sul, a identificação só pode ser feita pela fosseta loreal, orifício localizado entre o olho e a narina que atua como uma visão infravermelha, capaz de perceber variações de calor num raio de até 5m e detectar a presença, tamanho, distância e movimentos de animais de "sangue quente" (aves e mamíferos). Com exceção da coral, todas as serpentes venenosas brasileiras possuem fosseta loreal.
A grande maioria das corais brasileiras apresenta anéis coloridos no corpo (vermelhos, amarelos, brancos e pretos). Algumas serpentes não-peçonhentas, conhecidas como falsas-corais, são muito parecidas com as corais verdadeiras. No Brasil e América do Sul, para não correr riscos, é melhor considerar toda serpente que possua fosseta loreal ou anéis coloridos no corpo como peçonhenta.
No Brasil de hoje, a cada ano registram-se cerca de vinte mil casos de acidentes por picada de cobra e destes 110 evoluem para óbito – em 60% dos casos, devido a atendimento tardio. Geralmente as cobras picam do joelho para baixo. O uso de botas de cano alto evita 75% dos acidentes. Antes de calçá-las, é bom verificar se não há cobras, aranhas ou escorpiões escondidos. Outros 20% dos acidentes ocorrem nas mãos e braços, ao se enfiar as mãos em tocas, troncos ocos, cupinzeiros ou outros locais que possam abrigar animais peçonhentos. Também não se deve atender às necessidades fisiológicas em lugares como esses.
Naturalmente, também não se deve manipular intencionalmente cobras que possam ser venenosas, a menos que se seja um especialista treinado. Presas extraídas voltam a crescer e mesmo serpentes mortas há horas – ou mesmo suas cabeças decapitadas – podem, por reflexo, picar e injetar veneno
Quintais, plantações e terrenos que acumulam lixo e vegetais podres atraem ratos, e ratos atraem cobras. Desmatamentos e queimadas também podem provocar mudanças nos hábitos dos animais, que acabam buscando refúgio em celeiros, paióis e dentro das casas. A lendas que diz que certas cobras mamam leite nas vacas deve-se ao fato de que caçam os ratos que vivem em estábulos. É mais fácil ser picado por uma cobra em um sítio mal cuidado ou dentro de uma cabana cheia de ratos do que na selva.
Em mares onde há serpentes marinhas venenosas (Índico e Pacífico) a maioria das picadas ocorre em pescadores que acidentalmente as capturam nas suas redes, ou em pessoas que distraidamente as pisam na praia.
Emas, seriemas, gaviões, gambás e a cobra muçurana são os principais predadores naturais das serpentes peçonhentas no Brasil.
Cerca de 20% a 40% das picadas de cobras peçonhentas em defesa própria são “secas", ou seja, não inoculam veneno em quantidade significativa. As glândulas de peçonha levam 15 dias para se completarem. A quantidade de veneno inoculada depende do período entre uma picada e outra, bem como da primeira e das subseqüentes picadas, quando realizadas no mesmo momento.
A maioria das cobras pica apenas uma vez, a menos que seja perseguida ou atacada. A exceção é a taipã australiana, que ataca várias vezes seguidas, até esgotar seu veneno.
O bote das cobras geralmente alcança o equivalente à metade do seu comprimento. A maioria das cobras é demasiado lenta para alcançar um ser humano que corra delas. A exceção é a mamba negra africana, capaz de se deslocar a 6 metros por segundo (20 km/h).

Fonte: http://www.biovenom.net/v3/node/52